Arquivos de janeiro, 2012

Copa Regatas de Futebol Séries “OURO E PRATA” – 2012

Clube de Regatas 30 de janeiro de 2012

Notícia - FUTEBOL 2012VAI COMEÇAR

Inscrições abertas no Departamento de Esportes.

Novas Canchas de Bocha

Clube de Regatas 30 de janeiro de 2012

 Regatas bocha (1)  Regatas bocha (2)
 Regatas bocha (3)  Regatas bocha (4)

Livro – A ULTIMA MÚSICA

Clube de Regatas 30 de janeiro de 2012

Notícia - Capa do livro A ULTIMA MÚSICA

A ÚLTIMA MÚSICA

Nicholas Sparks

Editora Novo Conceito

 

 3,4 milhões de livros vendidos nos EUA em apenas 6 meses.

 

A venda nas livrarias Paraler  : www.paraler.com.br

 

 

Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virada de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciaram e seu pai decide ir morar na praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor para os filhos passarem as férias de verão com ele na Carolina do Norte. O pai de Ronnie, ex-pianista, vive uma vida tranquila na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação dele e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida. Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão – o primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão – A ULTIMA MÚSICA demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração.

Copa Regatas de Beach Soccer 2012

Clube de Regatas 23 de janeiro de 2012

Notícia - beach soccer
Sábado, dia 28 de Janeiro:
13:00 hs. Monte Alegre X Buli Team
14:00 hs. Piratas X Experteam
14:45 hs.   Saara X Rodopel Logistica
15:30 hs.   Marmoraria Requinte X Dental Cicilini
16:15 hs.   Unidos X Bate Fácil
Domingo, dia 29 de Janeiro:
08:30 hs. Ki Massa X Charle Brown Jr.
09:30 hs.   Atlético X Atacama
10:15 hs. Unidos E Cia X Tabajara
11:00 hs. Califórnia X Comercial
11:45 hs. Botafogo X Fab

Pagode aos Sábados na Piscina

Livro – AS ESGANADAS

Clube de Regatas 13 de janeiro de 2012

Notícia - Capa do Livro AS ENGANADAS

AS ESGANADAS

 Jô Soares

259 páginas

Companhia Das Letras

 A venda nas livrarias Paraler  : www.paraler.com.br

AS ESGANADAS:UMA TERRÍVEL FICÇÃO LUSO-GASTRONÔMICA

 “Quando se elimina o impossível, o que resta, por mais improvável que pareça, tem de ser a verdade”

 

Sherlock Holmes

 

Ao ler as páginas da obra luso-gastronômica,  As esganadas, de Jô Soares, comendo camarão empanado, e tomando batida de maracujá nas areias da Praia Grande, desloquei-me virtualmente para Copacabana, Rio de Janeiro, 1938, tempo do Estado Novo de Getúlio Vargas.

Sobre a história/ficção criada pelo autor , podemos afirmar o mesmo que Jô diz, nas páginas finais,  sobre Tobias Esteves: “Ninguém descobre se Tobias diz a verdade ou se o detetive se diverte às custas deles…”

Penso que ambas as hipóteses são verdadeiras.

As verdades de um determinado momento histórico são ditas de maneira divertida,  mas temperadas com um humor ácido.

Apesar de nascido em 49, o discurso — “arenga do ditador numa cacofonia demagógica “ — de Gegê me soa familiar, porque sempre o ouvi na voz de meu pai, octogenário, até hoje um getulista roxo: “ …em nosso país, o trabalhador, principalmente o trabalhador rural, vive abandonado, percebendo uma remuneração inferior às suas necessidades. No momento em que se providencia para que todos os trabalhadores brasileiros tenham casa barata, isentados dos impostos de transmissão, torna-se necessário, ao mesmo tempo, que, pelo trabalho, se lhes garanta a casa, a subsistência, o vestiário, a educação dos filhos…”.

Vaguei por lugares famosos da antiga Capital Federal: confeitaria Colombo, Café Lamas, Theatro Municipal, Circuito da Gávea, o Cine Plaza. Tive a oportunidade de conviver por momentos com Filinto Müller, Chico Landi, Leônidas da Silva.

Agora qualquer jovem, bonita e gorda, me fazem lembrar Cordélia, Halina Tolowski, Irmã Maria Auxiliadora, Greta, algumas das vítimas de Caronte.

            Na portaria da colônia de férias onde passei o réveillon, quando o controle não reconheceu minhas digitais, pensei estar com parcial e momentânea  Síndrome de Nagali — doença do proprietário da funerária Estige, “a melhor da América do Sul”.

E ao registrar  com uma Nikon D90 as belezas do litoral, veio-me à mente a Leica 250 de Diana, repórter de O Cruzeiro.

Enfim, a trama engenhosa e os tipos criados por Jô permanecem por algum tempo em nossas mentes:  “Em As esganadas, o autor do best-seller O xangô de Baker Street explora mais uma vez tema que lhe é caro: os assassinatos em série. No entanto, tal como Alfred Hitchcock, que desprezava os romances policiais cujo objetivo se resume a descobrir quem é o criminoso (o famoso “whodonit”), Jô Soares revela logo no início não somente quem é o desalmado como sua motivação psicológica (melhor dizer psicanalítica) para matar. O delicioso núcleo narrativo está nas tentativas aparvalhadas da polícia de encontrar um criminoso que, além de muito esperto e de não despertar suspeita nenhuma, possui uma rara característica física que dificulta sobremaneira a utilização dos novos “métodos científicos” da polícia carioca.
Para investigar os crimes, o famigerado chefe de polícia Filinto Müller designa um delegado ranzinza (Mello Noronha), assessorado por um auxiliar obtuso e medroso (Inspetor Valdir Calixto), e que contará com a inestimável ajuda de um sofisticado e culto ex-inspetor, praticante da Galhofa (figura portuguesa, saída de um poema de Fernando Pessoa, Tobias Esteves) . Na perseguição ao criminoso, os três investigadores ganham a desejável companhia de uma jovem (Diana) linda, destemida, viajada e moderna, que é repórter e fotógrafa da principal revista ilustrada do país.  
O leitor também pode se fartar aqui com uma outra faceta constante da obra literária de Jô Soares: a escolha de um momento do passado para cenário de sua narrativa, o que lhe permite entrar em detalhes históricos curiosos enquanto desenvolve a trama. Desta vez, voltamos ao Rio de Janeiro do Estado Novo, tendo por pano de fundo mais amplo o avanço do nazismo e as primeiras nuvens ameaçadoras que anunciam a Segunda Guerra Mundial. Entre os eventos da época que Jô resgata estão uma corrida de automóveis no Circuito da Gávea (de que participam o cineasta Manoel de Oliveira e o lendário Chico Landi) e a transmissão pelo rádio da derrota do Brasil de Leônidas da Silva para a Itália na semifinal da Copa de 1938, na França.
Com a verve que lhe é característica, Jô consegue, neste As esganadas, realizar a façanha de narrar uma série de crimes brutais, com requintes inimagináveis de crueldade, e deixar o leitor com um sorriso satisfeito nos lábios”.

            Como afirma Luis Fernando Veríssimo , “ …depois da leitura os pastéis de Santa Clara jamais significarão o mesmo”,  e nem o meu camarão empanado.

 ANTONIO CARLOS TÓRTORO

IMACULADA CONCEIÇÃO DOS SANTOS SILVA NA BIBLIOTECA DO CLUBE DE REGATAS

Clube de Regatas 9 de janeiro de 2012

IMACULADA-1

IMACULADA CONCEIÇÃO DOS SANTOS SILVA NA

BIBLIOTECA DO CLUBE DE REGATAS

 
A escritora Imaculada Conceição dos Santos Silva,   realizou  manhã de autógrafos dos seus livros,   “Os meninos de treze anos” e   “O negrinho do Horácio” na Biblioteca do Clube de Regatas, no domingo, dia 8 de janeiro de 2011, das 10  às 11 horas  da manhã.
 
Sua presença foi a 47ª de uma série, que o conselheiro e colaborador, escritor Antônio Carlos Tórtoro, tem levado ao Regatas, no 2º. domingo de cada mês,  com o objetivo de incentivar a leitura e apresentar aos regateiros os escritores de Ribeirão Preto e região.]

Imaculada nasceu em Serra Azul, SP, a 12 de julho de 1939. Iniciou sua jornada literária aos 21 anos compondo letras musicais, mas somente em 1992 ingressou na Casa do Poeta e do Escritor de Ribeirão Preto, onde participou desde as primeiras atividades de sua fundação.
Participações: II anos dos Poetas e Escritores na Praça XV  (1992) ; Antologia literária do Jornal Enfim ( 1996) ; I Antologia da CPERP (1997) ; Projeto Grandes Empresas na Literatura ( 1998) ; V Recital Som Mania   ( 1998) ; lança,mento do livro de poesias Abraços ( 1999) ; I antologia da UEI – União dos Poetas Independentes de Ribeirão Preto (2000); II antologia da CPERP ; III antologia poética da CPERP (2003); III antologia da UEI (2004) ; IV antologia poética da CPERP (2005); IV antologia da UEI ( 2006) ; lançamento livro de romances O negrinho do Horácio (2006) ; I antologia Frutos da terra (2009) ; V antologia da UEI (2010); lançamento do livro Os meninos de treze anos (2011).

O negrinho do Horácio, narrativa agradável, incluindo drama, conto, romance, com pitadas de humor,enfim, um belo livro que temos a certeza abrirá novos caminhos para a autora, como contista e romancista ( OEFE SOUZA).
Os meninos de treze anos  aborda vários assuntos atuais: as drogas, o adultério, o primeiro amor, o primeiro beijo.

Acompanharam a escritora seu filho Cléber, e sua sobrinha Maria Imaculada.
Prestigiaram o evento o vice-presidente do Regatas, Antonio Cese, além de leitores e associados do Clube.
Como de costume, foi servido o tradicional café da manhã aos presentes.
 Fotos de Lu Degobbi – Grupo Amigos da Fotografia.

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA “LIVRE PARA VOAR”

Clube de Regatas 9 de janeiro de 2012

Notícia---Exposição-Fotográfica-LIVRE-PARA-VOAR

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA

 ”LIVRE PARA VOAR”

 

De 6 de janeiro a 3 de fevereiro a fotógrafa  Vera Barrionovo Méo, do Grupo Amigos da Fotografia de Ribeirão Preto, estará realizando  exposição fotográfica composta por 17 fotos , coloridas , 25 x 38, no restaurante a la carte do Regatas.

 

Vera Barrionovo Méo ou Vera Méo, como é conhecida no meio literário, artístico e fotográfico, nasceu em Serrana-SP; estudou em Ribeirão Preto-SP e, há vários anos, reside e trabalha em São Carlos.

                        Vera é professora aposentada e, desde 1993, funcionária pública federal. Tem uma enorme predileção por sua atividade como analista judiciário, pois confia na Justiça do Trabalho como poderoso meio de harmonia social. Entretanto jamais se esquece de seu ideal de mestra: A importância essencial da educação.

                        Adora escrever. Extravasa suas emoções, principalmente, em crônicas, poemas e pensamentos. É autodidata em fotografia. Nos últimos tempos, tem participado de exposições fotográficas, publicações de livros e concursos de fotografia.

                        Integra o Grupo Amigos da Fotografia de Ribeirão Preto-SP, liderado pelos seus grandes incentivadores Elza Rossato e João Rossato.

                        Há pouco mais de dois anos, direcionou seu trabalho fotográfico para a natureza, em especial, o registro de aves do Pantanal-MS;  Represa do Broa-lado de Brotas-SP; Ubatuba-SP e São Carlos-SP.                            Crê na educação como força propulsora para mudar o Brasil. Assim, retrata as aves, das mais diversas espécies,  cores e tamanhos. Procura registrar a dedicação da mãe-ave pelo seu filhotinho; o aconchego do ninho; a beleza dos voos; a busca pelo alimento;  a competição; a versatilidade das expressões de aves variadas e muito mais.

                        Fotografa sempre com o intuito de despertar, tanto na criança como no jovem ou adulto, o amor pela natureza, a defesa das espécies, o respeito pela vida.

                        Acredita, com veemência, que aquele indivíduo que for educado para ter sensibilidade e amar as coisas mais simples da natureza, será mais racional e jamais desrespeitará o próximo, jamais será escravo da violência, das drogas e de tudo que pernicioso existe.

                        Vera batalha pela conquista de seu ideal: Usar a fotografia para educar, sensibilizar e conquistar um Brasil melhor!

Carnaval 2012 – Panfleto