Arquivos de fevereiro, 2011

Mentes Perigosas: O Psicopata mora ao lado

Clube de Regatas 28 de fevereiro de 2011

Notícia - Capa do livro Mentes Perigosas

MENTES PERIGOSAS:
O PSICOPATA MORA AO LADO

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Ana Beatriz Barbosa Silva

Editora Fontanar

217 páginas.

Mais de 400 mil livros vendidos.

A venda nas livrarias Paraler:  www.paraler.com.br

ENTRE CLARAS E LEOS: MENTES PERIGOSAS

A aprendizagem altruísta é o único caminho possível para combatermos a cultura psicopática pautada na insensibilidade interpessoal e na ausência da solidariedade coletiva

Ana Beatriz Barbosa Silva

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No livro “Mentes Perigosas – o psicopata mora ao lado“, de Ana Beatriz Barbosa Silva — médica graduada pela UERJ, com pós-graduação em psiquiatria pela UFR — Editora Fontanar, com mais de 400 mil exemplares vendidos, na página 192 encontramos o seguinte: “O desrespeito, a frieza, a luxuria e a perversidade dos psicopatas estão ganhando espaço nas telinhas e nas telonas, arrebatando espectadores, críticos especializados e atores que buscam fama e reconhecimento profissional ao interpretarem personagens de “psiquismo tão complexo”. Se não tomarmos muito cuidado, acabaremos adotando a conduta psicopática como um estilo de vida eficiente para se alcançar a autossatisfação ou então como um comportamento adaptativo de sobrevivência”.

Ana Beatriz nos ensina como reconhecer e nos proteger de pessoas frias e perversas, sem sentimento de culpa, que estão perto de nós : Claras e Leos, psicopatas de todas as idades.

Para quem não é noveleiro, Léo (Gabriel Braga Nunes) é o manipulador e sedutor personagem de Insensato Coração, escrita por Gilberto Braga e Ricardo Linhares, e Clara (Mariana Ximenes) é a cara de anjo e alma de demônio de Passione, escrita por Sílvio de Abreu: exemplos de psicopatas.

Portanto, achar que psicopata tem cara de mau, é truculento, de aparência descuidada, pinta de assassino e desvios comportamentais óbvios que poderíamos reconhecer sem pestanejar, está equivocado. Os psicopatas enganam e representam muitíssimo bem. Esses “predadores sociais” com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreira, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria da população: aquela a que chamaríamos de “pessoas do bem”. Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloquentes, inteligentes e sedutores, costumam não levantar a menor suspeita de quem realmente são. Visam apenas ao benefício próprio, almejam o poder e o status, engordam ilicitamente suas contas bancárias, são mentirosos contumazes, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, líderes natos da maldade. Os psicopatas, em sua grande maioria, não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns.

Trabalho com jovens — sou Orientador Educacional — e, por vezes, detectamos em alguns, transtorno da conduta: mentiras frequentes, crueldade com animais, conduta desafiadora às figuras de autoridades, impulsividade e irresponsabilidade, baixíssima tolerância à frustração, tendência a culpar os outros por erros cometidos, insensibilidade ou frieza emocional,ausência de remorso ou culpa, falta de empatia, falta de constrangimento ou vergonha quando surpreendidos mentindo, dificuldades em manter amizades, faltas constantes na escola, vandalismo, participação em fraudes (falsificação de documentos) , sexualidade exacerbada, introdução precoce no mundo das drogas ou do álcool.

Portanto, segundo a autora, é de grande importância que os pais tenham conhecimento pleno sobre o assunto (atitudes psicopáticas) e que passem a reconhecer a disfunção em seus filhos, dispensando ao problema a atenção que ele merece.

Quando em grau leve e detectada ainda precocemente, a psicopatia pode, em alguns casos, ser modulada por meio de uma educação mais rigorosa. Um ambiente familiar mais estruturado e com vigilância constante dos filhos “problemáticos” certamente não evita a psicopatia, mas pode inibir uma manifestação mais grave. E, então, fazer toda a diferença.

Como Orientador Educacional, sugiro aos pais que estabeleçam contatos com todas as pessoas do convívio de seus filhos (professores, amigos, pais de amigos, orientador educacional): a maioria dos pais não sabe como seus filhos se comportam longe de seus olhos; e não permitam que seus filhos controlem a situação, estabelecendo regras e limites claros, pois crianças com perfis psicopáticos apresentam um talento extraordinário para distorcer as regras estabelecidas e virar o jogo a seu favor: não cedam. Se vocês fraquejarem, certamente seus filhos ocuparão os espaços deixados pela sua desistência e serão futuros Leos e Claras, mas reais.
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Antônio Carlos Tórtoro

Carnaval 2011 – Comissão Julgadora do Concurso de Fantasia Infantil

Clube de Regatas 24 de fevereiro de 2011

Publicidade - Desfile de Fantasia Infantil 2011 - Comissão Julgadora

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Definida a comissão julgadora do Concurso de Fantasia Infantil do Clube de Regatas

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Foi definida pela Diretoria do Clube de Regatas a comissão que irá julgar as fantasias que irão concorrer no Concurso de Fantasia Infantil do Carnaval 2011.

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A coordenação do concurso é do vice-presidente do Clube, Antônio Cese.

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A apresentação será do Diretor de Comunicações do Clube, o jornalista Rodrigo Simões;

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JURADOS:

*Jornalista SÉRGIO ROCHA, apresentador do programa que leva o seu nome,

*Jornalista KIKO MAGRINI, que apresenta o “Programa Holofote”,

*Secretário de Turismo de Ribeirão Preto TANIELSON CAMPOS,

*Radialista IRIS MENDES RIBEIRO, que apresenta o programa “Eu, Ela e a Música”, e completando a mesa julgadora

*Jornalista PATRÍCIA PENTEADO, que apresenta o “Programa Tarde Vip”.
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Formada a comissão julgadora, serão eles os responsáveis por decidir os três primeiros colocados em cada uma das categorias (luxo e originalidade) do concurso que levarão para casa lindos troféus e uma bicicleta cada.
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Lembramos também que toda criança participante do Concurso recebe ao final do desfile uma medalha de participação.

Manhã de Autógrafos – Vera Gaetani

Clube de Regatas 22 de fevereiro de 2011

Notícia - Manhã de autógrafos Vera GaetaniVERA  GAETANI  NA  BIBLIOTECA
DO  CLUBE  DE  REGATAS

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A escritora Vera Gaetani , realizará manhã de autógrafos de seu livro “A Menininha Loira“, na Biblioteca do Clube de Regatas, no domingo, dia 27 de fevereiro de 2011, das 10 às 11 horas da manhã.

Sua presença será a 36ª de uma série, que o conselheiro e colaborador, escritor Antônio Carlos Tórtoro, tem levado ao Regatas, em um domingo do mês, com o objetivo de incentivar a leitura e apresentar aos regateiros os escritores de Ribeirão Preto e região.

Vera Regina Marçallo Gaetani, nasceu em Curitiba, Paraná, filha de Francisco Antônio Marçallo e Anna Maria de Camargo.

Depois de terminar seu curso no Colégio Nossa Senhora de Sion, foi estudar no Rio de Janeiro onde viveu a época áurea de sua vida.

Segundo ela, foram mesmo os “Anos Dourados”.

Foi vizinha de João Guimarães Rosa.

Moravam na mesma rua, Francisco Octaviano – Posto Seis – Copacabana.

Foi ele a primeira pessoa a alertá-la para sua tendência de contista.

Houve um belo entrosamento, ele sempre paciente e amigo, apesar dela ser ainda muito jovem.

Participou do grupo de jovens, organizado por Paschoal Carlos Magno, na residência da poetisa paranaense Didi Fonseca, onde recebiam aulas sobre teatro. Por dois anos, participou, como ouvinte, do curso de interpretação musical de Magdalena Tagliaferro no Ministério da Educação, então sediado no Rio de Janeiro.

Todos os domingos, no Cine Rex, assistia os concertos-aulas do Maestro Eleazar de Carvalho – Música para a Juventude – Sua vida, então, era toda voltada para o teatro, música e literatura.

Tendo ido passar férias em Curitiba, conheceu o sextanista de medicina, Luiz Gaetani.

Não voltou para o Rio de Janeiro. Largou tudo e, casando-se em 1956, mudou-se para Ribeirão Preto.

Na época do nascimento dos filhos (foram seis), escreveu, durante algum tempo, uma página dominical ilustrada, sobre arte, para o jornal “O Diário” de Ribeirão Preto.

Organizou uma exposição de Arte na “Galleria d’Arte Italo-Brasiliana”, do Consulado Brasileiro de Milão – “4 Di Ribeirão Preto” – onde expuseram Vaccarini, Amêndola, Berti e Fúlvia.

É membro da ALARP – Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto, da Academia Ribeirãopretana de Letras, da Casa do Poeta e do Escritor, da Academia Feminina de Letras do Paraná e do Centro Paranaense Feminino de Cultura.

Obteve três prêmios em contos e dois em poesias, todos de âmbito nacional. Recebeu, também, uma medalha “Stella Brasiliense” por ocasião dos vinte anos de circulação da Revista Brasília, “pelos relevantes serviços prestados à cultura do País e pela sua participação nas iniciativas literárias do Grupo Brasília de Comunicação”.

Livros publicados: “Gasparetto, nem Santo nem Gênio, Médium” (esgotado); “Cantos, Contos e Crônicas”, prefaciado pelos atores Nicette Bruno e Paulo Goulart; “A Menininha Loira”; “A Menininha Loira” em Braille; “A Fada e seus Dois Amigos”, conto infantil com ilustrações de Graziela Protti e Cd-Rom em anexo; um livro de poesias em francês, juntamente com o poeta francês Claude Archimbaud, sendo dois livros num só: “Mes Moments” / Vera Regina Marçallo Gaetani e “Murmure” /Claude Archimbaud.

Vera Regina Marçallo Gaetani é casada com o Dr. Luiz Gaetani. Tem seis filhos: Luiz Emanuel, Marcelo, Mauro, Sérgio, Anamaria e André Luiz e sete netos: Luiz Gaetani Neto, Adriano, Lívia Maria, Raquel, Gabriela, Guilherme e Ana Júlia.

Validade / Renovação do Cartão Social

Clube de Regatas 21 de fevereiro de 2011

Notícia - Renovação Cartão Social

Clique aqui e baixe o FORMULÁRIO DE RECADASTRAMENTO

Atividades Esportivas 2011

Clube de Regatas 21 de fevereiro de 2011

Atividades do Clube

Carnaval 2011 – Chamada

Carnaval 2011 – Prêmios Desfile de Fantasia Infantil

Exposição Fotográfica – “Retrospectiva Esportiva 2010″

Clube de Regatas 17 de fevereiro de 2011

Notícia - Exposição Fotográfica Retrospectiva 2010.
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Exposição Fotográfica – “Retrospectiva Esportiva 2010″.


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De 12 de fevereiro a 30 de março de 2011, no espaço cultural do restaurante À La Carte, exposição fotográfica composta por 27 fotos, que mostram as principais modalidades esportivas praticadas no Clube e os campeões destas modalidade no ano de 2010.

Pantaleão e as visitadoras

Clube de Regatas 15 de fevereiro de 2011

Notícia - Capa do Livro Pantaleão e as visitadorasPANTALEÃO  E  AS  VISITADORAS

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Mario Vargas Llosa

Editora Alfaguara

246 páginas

A venda nas livrarias Paraler: www.paraler.com.br

O HUMOR DE LLOSA É NEGRO
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.                .        .                 .A ficção é uma mentira
.    .       .       .     .          .que encobre uma verdade profunda…

.          .             .                    . Mario Vargas Llosa

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Quando li no prólogo, escrito em 29 de junho de 1999, do livro Pantaleão e as visitadoras, de Mario Vargas Llosa: “ Descobri que era impossível (contar a história de Pantaleão a sério) , que ela exigia a paródia e a gargalhada. Foi uma experiência libertadora, que nos revelou – só então – as possibilidades da brincadeira e do humor na literatura”, escolhi buscar a referida obra para uma leitura amena, só para me divertir.

Pantaleão e as visitadoras conta a história de Pantaleão Pantoja, um Capitão recém-promovido do exército, que recebe missão inesperada – criar um serviço de prostitutas para as Forças Armadas do Peru, isoladas na selva amazônica (um fato real) , dentro do mais absoluto sigilo militar. O motivo que levou à criação do serviço é que estupros estavam acontecendo nas cidades próximas aos destacamentos do exército na floresta, e era preciso aplacar o fogo dos soldados, duplamente atacados: pela falta de mulheres e pelo calor e umidade da selva. O Capitão (um homem bastante responsável, disciplinado, eficiente, dedicado e devoto do exército peruano) tem que se mudar para Iquitos, se manter afastado dos demais militares, usar trajes civis e, acima de tudo, não contar nada à mãe e à mulher. É obrigado a trabalhar nas madrugadas, bebendo em bares infectos, e cuidar do empreendimento com personagens insólitos. Em pouco tempo, o que era missão discreta se transforma no maior empreendimento de prostitutas do país, virando do avesso a vida de Iquitos e do próprio Pantaleão, que, como se não bastassem os problemas familiares, se verá envolvido com uma bela e insinuante visitadora (prestadora de serviços sexuais): e tudo o que ocorre vai sendo contado por meio de cartas e memorandos oficiais.

Texto de difícil compreensão inicial, porque nele as histórias se cruzam, pensamentos e diálogos aparecem como se fossem do nada, e leva-se um tempo para se compreender a estrutura da obra – mesmo sendo considerado texto leve, menor, se comparado à grande obra do autor  – ler Pantaleão e as visitadoras é mergulhar no que de mais podre e hipócrita existe no ser humano.

Em nome de um princípio nobre (a paz fisiológica dos soldados) , ordenado por seus superiores hierárquicos, Pantaleão constrói uma excrescência ao incentivar a prostituição.

Paralelamente à criação do serviço, e sob protesto da população e da Igreja, existe uma seita religiosa que, em nome de Deus, efetua (crucifica) sacrifícios de insetos, animais e humanos: é a corrupção de valores morais e éticos no mais alto grau, tudo em nome de Deus ou do Governo.

A história envolta numa burocracia maior do que a de O Processo – que deixaria com inveja o escritor Kafka – desenrola-se no estilo Faulkneriano (com numerosos devices – fluxo de consciência e o monólogo interior, os múltiplos narradores e a diversidade de perspectivas, o baralhamento de sequências temporais, um estilo convoluto, ou seja, enrolado para dentro, as justaposições, os vazios e negações ). Fala de um homem que abandona esposa (Ponchita) , mãe (Leonor) e filha (Gladyzinha), que se deixa levar pela bebida e mulheres, encontra uma amante (Olga Arellano Rosauro – vulgo Brasileira)  Fala de uma Irmandade da Arca, do fanático Irmão Francisco e das atrocidades cometidas por ele e seus seguidores  Fala da vida nada fácil de prostitutas, cafetinas e gigolôs (Peludita, Chupito, China Porfírio, Chuchupe). Fala da mídia corrompida e corruptora por meio do jornalista corrupto Germán Láudano Rosales, do programa “A voz do Sinchi” , na rádio Amazonas. Fala da Igreja e da postura do chefe do Corpo de Capelães Castrenses, Godofredo Beltran Calila.

A não ser que queiramos seguir Cartola – composição de Candeia, na música, Preciso me Encontrar, que diz: “Vou por aí a procurar, rir pra não chorar” – Pantaleão e as visitadoras nada tem de diversão ou de humor, e só faz lembrar um fato mais recente, numa certa mansão em Brasília, em que as meninas ( “recepcionistas”) de uma “empresária” foram manipuladas por donos do poder, e protagonizaram fatos lamentáveis de nossa política recente.

Enquanto Pantaleão termina seus dias à beira do lago Titicaca, nossos personagens reais continuam vivendo suas aventuras à beira do lago de Paranoá.

Enfim, personagens desprezíveis, seja de ficção ou de histórias verdadeiras, nunca serão os primeiros nem os últimos a extorquir, de todas as formas possíveis e inimagináveis (li essa justificativa em algum lugar da revista Época de 15 de março de 2006), e seremos sempre crucificados por irmandades de arcas religiosas, políticas, civis e militares.
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ANTÔNIO CARLOS TÓRTORO

Carnaval 2011 – Horário de Funcionamento

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