Arquivos de julho, 2010

Manhã de Autógrafos

Clube de Regatas 30 de julho de 2010

Cecilia FigueiredoCECÍLIA FIGUEIREDO NA BIBLIOTECA DO CLUBE DE REGATAS

A escritora Cecília Figueiredo,  realizará  manhã de autógrafos de seus livros “A Casa da Instabilidade” e “Paixão Vírgula Paixão“, na Biblioteca do Clube de Regatas, no domingo, dia 8 de agosto de 2010, das 10  às 11 horas  da manhã.

Sua presença será a 29ª de uma série, que o conselheiro e colaborador, escritor Antônio Carlos Tórtoro, tem levado ao Regatas, todo 2º. domingo de cada mês,  com o objetivo de incentivar a leitura e apresentar aos regateiros os escritores de Ribeirão Preto e região.

Cecília Figueiredo nasceu em Franca,  em Ribeirão Preto há mais de 30 anos. É graduada em Letras, com especialização  em adultos, atuando como professora de Inglês desde 1980. Em 1976, ganhou seu primeiro prêmio literário com o conto “A MAGRELA“, pela Academia Ribeiraopretana de Letras, e em 2009 entrou para esta mesma Academia, ocupando a cadeira 17. Há mais de dez anos vem conquistando prêmios e publicações  em antologias diversas, entretanto, somente em 2007, incentivada por  seu padrinho literário, Menalton Braff, publicou seu primeiro livro de poesia pela FUNPEC, “Paixão Vírgula Paixão“.  Foi destaque  dos autores locais na Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto de 2010 no projeto Nossa Aldeia, realizado no Theatro Pedro II, ocasião esta em que lançou seu segundo livro, também pela FUNPEC, “A Casa da Instabilidade“, uma prosa poética contemporânea, alternada com poemas que representam os sentimentos universais, quais sejam os conflitos da religiosidade, dúvidas persistentes da existência, as causas da inconstância e ondulações de humor.

Comparando a poesia às oscilações dos ventos e usando o recurso da linguagem metafórica, esta obra passa pela descrição da palavra pela palavra dentro do relacionamento entre o bem e o mal dentro de nossa sociedade representado pela serpente e o anjo, reitera a sublimação destes sentimentos, trata da veracidade das virtudes, para finalmente definir a própria poesia reconhecidamente como a da “não-conformação”.

Profundamente feminino e reflexivo este trabalho traduz a sensualidade e o desejo dentro da instabilidade tanto do racional quanto do emocional, fazendo com que as coisas mais simples se tornem poeticamente complexas, e a complexidade enfim se dilui na simplicidade das coisas.

Cecília  tem grande influencia literária de Adélia Prado,  poeta brasileira,  retratando em seus textos a  inquietação que retrata o amor, o trabalho, as relações afetivas, a solidão e o medo do desconhecido, profundamente representados em seu processo criativo.

Cecília Figueiredo publica semanalmente em seu  blog literário  PÉ DE PITANGA (www.pedepitanga.blogspot.com), sentindo-se assim mais próxima de seus leitores.

A sobra do Vento

Clube de Regatas 30 de julho de 2010

Notícia - Capa do Livro A Sombra do VentoA SOMBRA DO VENTO


Carlos Ruiz Zafón

Suma de Letras

400 páginas

A venda nas livrarias Paraler  : www.paraler.com.br

Cada livro, cada volume que você vê, tem alma. A alma de quem o escreveu, e a alma dos que o leram, que viveram e sonharam com ele”.
.   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .   .  Carlos Ruiz Zafón

Eu diria que “O leitor“, de Bernhard Schlink,  “A menina que roubava livros“, de Marhkus Zusail, e “A sombra do vento“, de Carlos Ruiz Zafón, formam uma trilogia encantadora que registra o poder dos livros sobre a vida das pessoas.

Ler  “A sombra do vento” é percorrer, com o jovem Daniel Sempere o cenário grandioso da Barcelona franquista, em torno de 1945, com suas largas avenidas, seus casarões abandonados, sua atmosfera gótica e espectral, que ambientam um romance arrebatador que é também uma reflexão sobre o poder da cultura e a tragédia do esquecimento.

A busca de Daniel marca sua transformação de menino em homem, e desperta no leitor um fascínio renovado pelos livros e pelo poder que eles podem exercer.

O título do livro me fez lembrar a expressão A sombra da virada, tirada, segundo alguns,  dos evangelhos gnósticos, e usada para descrever o indescritível,  tendo em vista que a obra de Zafón enfeitiça por ser uma história fascinantemente mística, extraordinária, e envolvente.

A presença do menino Daniel, no misterioso lugar – conhecido de poucos barceloneses, uma biblioteca secreta e labiríntica que funciona como depósito para obras abandonadas pelo mundo, à espera de que alguém as descubra – no coração do centro histórico de Barcelona, o Cemitério dos Livros Esquecidos,  trouxe-me à memória uma cena  singela, mas marcante: entre as prateleiras da biblioteca do Colégio Anchieta encontrei, certo dia, uma criança, absorta, sentada no chão – apesar da existência de local apropriado para leitura – com um livro nas mãos, que, com certeza,  não era um livro de Julián Carax, mas que abria para ela um universo  distante e fantástico, por meio do qual ela mergulhava no mundo dos personagens, não querendo ser incomodada por nada e por ninguém. Naquele momento, um milagre acontecia: um livro, numa pequena biblioteca, de uma cidade no interior do Estado, poderia estar mudando a vida de um ser humano.

Nessa obra  de Zafón – um fenômeno editorial no mundo inteiro, com mais de 6.5 milhões de cópias vendidas e que conseguiu conquistar ao mesmo tempo o público e a crítica – é incrível e instigante saber como um livro e um escritor, Julián Carax (filho de modesto chapeleiro),  podem mudar os rumos da vida de dezenas de personagens: Daniel (jovem sensível), Dom Gustavo Barceló (livreiro), Isaac (vigia do Cemitério dos Livros Esquecidos), Clara Barceló (sua filha cega), Fermin (mendigo de passado glorioso), Núria Monfort (mulher triste que guarda segredos), Javier Fumero (cruel policial),  Penélope Aldaya (filha de família da alta sociedade), Tomás Aguilar (melhor amigo) , Bea (irmã de Tomás), e muitos outros.

A sombra do vento“, segundo a crítica especializada, “é uma narrativa de ritmo eletrizante, escrita em uma prosa ora poética, ora irônica. O enredo mistura gêneros como o romance de aventuras de Alexandre Dumas, a novela gótica de Edgar Allan Poe e os folhetins amorosos de Victor Hugo. Além de ser uma grandiosa homenagem ao poder místico dos livros, é um verdadeiro triunfo da arte de contar histórias”.

Enfim, reserve um final de semana e deixe-se enfeitiçar por uma história fascinante, política e comovente, pois como diz o pai de Daniel Sempere: “Cada vez que um livro troca de mãos, cada vez que alguém passa os olhos pelas suas páginas, seu espírito cresce e a pessoa se fortalece”.

ANTÔNIO CARLOS TÓRTORO

Programa “O Regateiro” nº 87 – História do Clube

Clube de Regatas 27 de julho de 2010

Para você que acompanha o Clube de Regatas Ribeirão Preto, veja abaixo video do Programa “O Regateiro” nº 087 exibido no dia 06 de agosto de 2007, que conta um pouco da história de fundação do Clube que no mês de agosto de 2010 estará completando 77 anos.

Manhã de Autógrafos

Clube de Regatas 19 de julho de 2010

FOTO-PROF-LAGES 1JOSÉ ANTONIO LAGES NA BIBLIOTECA DO CLUBE DE REGATAS

O Professor José Antonio Lages,  realizou manhã de autógrafos de seu livro “Da Figueira à Barra do Retiro“, na Biblioteca do Clube de Regatas, no domingo, dia 18 de julho de 2010, das 10  às 11 horas  da manhã.

Sua presença foi a 28ª de uma série, que o conselheiro e colaborador, escritor Antônio Carlos Tórtoro, tem levado ao Regatas, todo 3º. domingo de cada mês,  com o objetivo de incentivar a leitura e apresentar aos regateiros os escritores de Ribeirão Preto e região.

A 2ª. edição de “Da Figueira à Barra do Retiro” foi lançada durante a 10ª. Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto. A 1ª. edição é de 1996.

A obra corresponde à dissertação de mestrado  do Prof. Lages, apresentada no programa de pós-graduação na UNESP, campus de Franca, em 1995, e aprovada com distinção e louvor.

A 2ª. edição passou por ampla revisão e ampliação de dados e informações. É um trabalho que constitui importante contribuição para o desvendamento das origens mais remotas da Capela da Barra do Retiro que, mais tarde, viria  a se tornar a vila de São Sebastião do Ribeirão Preto.

Trata-se da primeira pesquisa realmente elaborada em bases científicas sobre a formação fundiária, demográfica e econômica da região do nordeste paulista, tendo Ribeirão Preto como um estudo de caso. Articula-se como hipótese o povoamento de todo o interior paulista pelos chamados “entrantes” mineiros no final do século XVIII e início do século XIX.

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Programação Esportiva e Social – 77 anos do Clube de Regatas

Clube de Regatas 15 de julho de 2010

Aqui você acompanha a Programação Esportiva e Social em comemoração aos 77 anos do Clube de Regatas Ribeirão Preto.

NewsLetter Programação 77 anos vermelho

A Cabana

Clube de Regatas 15 de julho de 2010

Notícia - Capa do Livro A CabanaA CABANA

William P. Young

Editora Sextante Ltda

240 páginas

2 milhões de  vendidos em todo o mundo

A venda nas livrarias Paraler  : www.paraler.com.br

A CABANA: UM DIVISOR DE ALMAS

“…não importa qual seja o poder de Deus, o primeiro  aspecto de Deus jamais é o do Senhor absoluto, do Todo-Poderoso. É o do Deus que se coloca no nosso nível humano e se limita”.
Jacques Ellul – Anarchy and Christianity

Para qualquer cristão é encantadora a ideia de poder, num certo dia, durante algumas horas, conseguir um encontro numa cabana com o Pai, o Filho e o Espírito Santo, mesmo que o Pai  seja uma mulher negra – Elousia – Deus criador que é verdadeiramente real e a base de todo o ser – o Filho, um carpinteiro,  e o Espírito Santo, uma estranha asiática – Sarayu – o vento.

Mackenzie Allen Phillips, o Mack, consegue ver-se livre de sua “Grande Tristeza” – pousada nos ombros dele como uma capa invisível, mas quase palpável, uma presença que embotava seus olhos e curvava seus ombros – depois de um desses encontros.

“Às vezes ele podia sentir a “Grande Tristeza”  apertando-se lentamente ao redor do peito e do coração, como anéis esmagadores de uma jiboia, espremendo líquido dos seus olhos até ele achar que não existia mais nenhuma gota” : quem, algum dia,  nunca sentiu esse tipo de dor ?

Mas Mack, durante dois dias, pôde sentar-se à mesa com a Santíssima Trindade, alimentar-se junto Dela; deitar-se para ver as estrelas, à beira de um lago,  ao lado de Jesus; e passear de barco levando como passageiro o Espírito Santo, sempre aprendendo algo sobre sua vida e sobre o universo espiritual e material.

William Douglas, Juiz Federal, professor universitário e membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, resume bem: “A Cabana consegue falar de alguns dos maiores mistérios sobre Deus:  como o amor incondicional do Pai caminha entre a proteção aos filhos e o respeito a seu livre-arbítrio. Explicar essa mágica não é fácil, mas o livro faz isso de maneira marcante e, ao mesmo tempo, sublime”.

Jim Palmer acrescenta: “A beleza de A Cabana não está em oferecer respostas fáceis para perguntas difíceis, mas em convidar o leitor a se aproximar de um Deus de misericórdia e amor, no qual encontramos esperança e conforto”.

No meu caso, a leitura de A cabana representou uma maneira de pensar o Sagrado de forma mais humana e terrena, permitindo-me sentir ao meu lado o Pai, o Filho e o Espírito Santo,  não como seres distantes, habitantes de um Céu impalpável, e que se apresentam quando solicitados por meio de orações e súplicas, mas amigos com os quais dialogo a qualquer momento do dia ou da noite, e nos quais confio plenamente, numa relação sem expectativas de ambas as partes.

Um momento marcante e inesquecível do livro é quando o autor, Willian P. Young, coloca Mack  e a Santíssima Trindade ao redor de uma mesa, e segue-se o diálogo:

O Papai (Deus) diz para Mack,: “Querido, eu nunca tive expectativas com relação a você nem a ninguém. A ideia por trás disso exige que alguém não saiba o futuro ou o resultado e esteja tentando controlar o comportamento do outro para chegar ao resultado desejado.  Os humanos tentam esse controle principalmente por meio de expectativas. Eu o conheço e sei tudo sobre você. Por que teria uma expectativa diferente daquilo que já sei? Seria idiotice. E, além disso, como não a tenho, vocês nunca me desapontam”.

Jesus então completa: “Mack, não quero ser o primeiro numa lista de valores. Quero estar no centro de tudo. Quando vivo em você, podemos viver juntos tudo que acontece com você. Em vez de uma pirâmide, quero ser como o centro de um móbile, onde tudo em sua vida – seus amigos, sua família, seu trabalho, os pensamentos, as atividades – esteja ligado a mim, mas se movimente ao vento, para dentro e para fora, para trás e para a frente, numa incrível dança do ser”.

E o Espírito Santo concluiu: “eu sou o vento”.

Minha alma está dividida entre o antes e o depois do dia em que Mack Allen recebeu um estranho bilhete, assinado por Deus, convidando-o para um encontro na cabana abandonada.

A Cabana transformou, de alguma maneira , minhas relações com Deus, e sinto que poderá transformar a minha vida porque, doravante, sempre que de manhã e à noite , eu me postar diante do altar de meu Sanctum, vou me sentir à mesa com Ele, numa cabana.

Não existem mais motivos para “Grandes tristezas”.

Manhã de Autógrafos

Clube de Regatas 5 de julho de 2010

Notícia - Manhã de Autógrafos Prof. LagesJOSÉ ANTONIO LAGES NA BIBLIOTECA DO CLUBE DE REGATAS

O Professor José Antonio Lages, realizará manhã de autógrafos de seu livro “Da Figueira à Barra do Retiro“, na Biblioteca do Clube de Regatas, no domingo, dia 18 de julho, das 10 às 11 horas da manhã.

Sua presença será a 27ª de uma série, que o conselheiro e colaborador, escritor Antônio Carlos Tórtoro, tem levado ao Regatas, todo 3º domingo de cada mês, com o objetivo de incentivar a leitura e apresentar aos regateiros os escritores de Ribeirão Preto e região.

A 2ª. edição de “Da Figueira à Barra do Retiro” foi lançada durante a 10ª. Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto. A 1ª. edição é de 1996.

A obra corresponde à dissertação de mestrado  do Prof. Lages, apresentada no programa de pós-graduação na UNESP, campus de Franca, em 1995, e aprovada com distinção e louvor.

A 2ª. edição passou por ampla revisão e ampliação de dados e informações. É um trabalho que constitui importante contribuição para o desvendamento das origens mais remotas da Capela da Barra do Retiro que, mais tarde, viria  a se tornar a vila de São Sebastião do Ribeirão Preto.

Trata-se da primeira pesquisa realmente elaborada em bases científicas sobre a formação fundiária, demográfica e econômica da região do nordeste paulista, tendo Ribeirão Preto como um estudo de caso. Articula-se como hipótese o povoamento de todo o interior paulista pelos chamados “entrantes” mineiros no final do século XVIII e início do século XIX.

O Professor Lages tem 54 anos, nascido em Curvelo (MG). É casado com Cláudia Gondim Lages, pai de Gabriela Débora Gondim ( 13 anos).

Graduado em Filosofia, História e Pedagogia, graduando em Teologia.

Com pós-graduação em História – mestrado – pela UNESP de Franca (1995).

Professor de História na  Rede Municipal de Ensino de Ribeirão Preto desde 1990.

Ex-professor das Redes Estadual e Particular (COC), ex-diretor de escola nas Redes Municipal e Estadual, em Ribeirão Preto.

Funcionário afastado da Câmara Legislativa do Distrito Federal, onde exerce o cargo de consultor técnico-legislativo desde 2006, Pedagogo na Escola do Legislativo.

Foi vereador em Ribeirão Preto, pelo PDT, no quadriênio  2001/2004.

Festa Junina 2010

Clube de Regatas 2 de julho de 2010

Para você que acompanha o Clube de Regatas veja reportagem sobre a Festa Junina 2010 realizada no Clube nos dias 05, 06, 12 e 13 de junho de 2010.