SANGUE DE TINTA

Clube de Regatas 1 de março de 2010

Sem título-1 cópia

SANGUE DE TINTA

Cornelia Funke

Cia das Letras

560 páginas

Seis milhões de cópias vendidas e prêmios recebidos  em todo o mundo

A venda nas livrarias Paraler  : www.paraler.com.br

Cornelia Funke escreve sobre fadas e monstros terrestres, sobre meninas que gostam de aventuras, sobre uma gangue de crianças em Veneza – suas histórias entre fantasia e aventura são o mais bem sucedido produto literário alemão de exportação da atualidade.

A trilogia do “Mundo de tinta” de Cornelia Funke que trata de livros e de leitura e conquistou não só as listas alemãs de best-sellers. Em Coração de tinta (2003), Sangue de tinta (2005) e Morte de tinta (2007) narra-se o que aconteceria se personagens de um livro, de repente, entrassem na realidade do leitor e lá, ao vivo e em cores, começassem a bagunçar . Acontecem grandes turbulências, quando nestes textos do “Mundo de tinta“ tanto os seres amáveis quanto os seres estranhos e tenebrosos tornam realidade esta ficção.
O que Cornelia Funke descreve, de forma sensível e empolgante em cerca de 2000 páginas no total do “Mundo de tinta“ é para os leitores de seus livros, de certa forma, uma condição permanente. Após poucas páginas de leitura, as personagens, que C. Funke desenvolve de forma tão plástica, se tornam tão vivas como se estivessem na porta. Qual o segredo? Os protagonistas de C. Funke nunca são uni-dimensionais. Ora são corajosos, ora inseguros, ora tristes e melancólicos, ora alegres. Quem estiver à procura de valentes super-heróis, não os achará.
Em seus livros, os leitores encontram crianças e adultos absolutamente normais com seus problemas cotidianos. Sprotte, uma personagem da bem-sucedida série de livros para meninas Die Wilden Hühner vive com sua mãe solteira, que ganha a vida como taxista. Os problemas se apresentam como na vida real, diz Funke: “quer dizer, chegam de repente, muitas vezes sem solução.”
Funke escreve sem dedo em riste: “Para mim, boas histórias fazem as perguntas certas, mas não agem como se tivessem todas as respostas.” E assim elas não trazem uma lição: “Isto significaria que eu me considero mais inteligente do que meus leitores!”

Leia mais no site :  http://www.goethe.de/ins/br/lp/prj/dgl/kin/fun/pt2975708.htm

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